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A importância da comunicação entre a equipe e a família

Foto do escritor: Grupo Conduzir
Grupo Conduzir
9 de abr. de 2021
2 min de leitura

Quando pensamos em processo terapêutico com autistas, é conclusivo pensar que a comunicação entre a equipe terapêutica, a família e todos os profissionais envolvidos é uma peça chave no tratamento?


Se você pensou em responder “sim”, está no caminho certo. Se não, vamos conversar um pouco a respeito sobre os reais motivos da importância dessa comunicação.

Então, vamos lá.


O papel da família no processo terapêutico

A terapia auxilia as crianças, os adolescentes e os adultos a aprenderem novos repertórios, ensinando diferentes maneiras de lidar com suas emoções, conflitos, interações sociais, entre outras demandas com os terapeutas.


Entretanto, pensando que vivemos todo o tempo interagindo com o ambiente ao nosso redor e que a família é peça fundamental nesse ambiente, não faz sentido a criança alterar seus comportamentos apenas com os terapeutas ABA.


Sendo assim, as famílias são determinantes no auxílio ao processo de prática dos repertórios adquiridos em terapia no ambiente natural e, para tal, é extremamente necessário que a comunicação com equipe terapêutica ocorra de maneira constante, clara e objetiva, o que tem como consequência o alinhamento diário da intervenção.


A construção do vínculo com a família

Para tal, o processo de pareamento que ocorre no início com os pacientes também deve ocorrer com as famílias.


Nele, a família terá oportunidade de sanar todas as dúvidas iniciais, como sobre qual a participação dela e como irão funcionar as terapias e a aplicação das demandas.


É por isso que ele é crucial para a construção de um bom vínculo, tendo como consequência a criação de uma relação de confiança entre todos os envolvidos.


Comunicação, confiança e trabalho em equipe

A partir do momento em que há confiança no trabalho, a família poderá se sentir à vontade para colocar suas queixas e expectativas, assim como a equipe de colocar as demandas e necessidades que permeiam a presença da família, visto que não há processo de mudança generalizado se o ambiente não passar por alterações.


Seguindo isso, podemos concluir que, para que haja de fato um impacto social na vida desses pacientes, a comunicação constitui-se como fator imprescindível quando tratamos de um trabalho em equipe, pois é por meio dela que expressamos informações, ideias, fatos, desejos, interesses, entre outros.


Mariana RissoPsicóloga e Supervisora ABA - Grupo ConduzirCRP 06/130927



No Grupo Conduzir, nossa equipe multidisciplinar desenvolve intervenções individualizadas e baseadas em evidências, valorizando a participação da família ao longo do processo terapêutico.


Uma comunicação clara e constante entre família e equipe contribui para alinhar estratégias, fortalecer vínculos e favorecer a continuidade das habilidades desenvolvidas em terapia no dia a dia. Entre em contato conosco e conheça nossos atendimentos especializados.



O Grupo Conduzir declara que os conceitos e posicionamentos emitidos nos textos publicados refletem a opinião dos autores.

   

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